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X – O DIA DO SENHOR
1 – O domingo, dia do Senhor, é o dia do descanso cristão, satisfazendo plenamente a exigência divina e a necessidade humana de um dia em sete para o repouso do corpo e do espírito.
Gn 2:3; Ex 20:8-11; 31:14:17; Is 58:13,14; Mt 12:12 ; Hb 4:4.
2 – Com o advento do cristianismo, o primeiro dia da semana passou a ser o dia do Senhor, em virtude de haver Jesus ressuscitado nesse dia.
Jo 20:1,19,26; At 20:7; Ap 1:10 ; 1Co 16:1,2.
3 – Deve ser para os cristãos um dia de real repouso em que, pela freqüência aos cultos nas igrejas e pelo maior tempo dedicado à oração, à leitura bíblica e outras atividades religiosas eles estarão eles estarão se preparando para “ aquele descanso que resta para o povo de Deus ”.
Hb 4:9-11; Ap 14:12,13.
4 – Excetuado aquele que seja imprescindível e indispensável à vida da comunidade. Devem também abster-se de recreações que desviem a atenção das atividades espirituais.
Ex 20:8-11; 31:15; Jr 17:21,22,27; Ez 22:8; Mt 12:12.
XI – MINISTÉRIO DA PALAVRA
1 – Todos os crentes foram chamados por Deus para a Salvação, para o serviço cristão, para testemunhar de Jesus Cristo e promover o seu reino, na medida dos talentos e dos dons concedidos pelo Espírito Santo.
Mt 28:19,20; At 1:8; Rm 1:6,7; 8:28-30; Ef 4:1,4; 2Tm 1:9; Hb 9:15; 1Pe 1:15; Ap 17:14.
2 – Entretanto, Deus escolhe, chama e separa certos homens, de maneira especial, para o serviço distinto, definido e singular do ministério de sua Palavra.
Mc 3:13,14; Lc 1:2; At 6:1-4; 13:2,3; 26:16-18; Rm 1:1; 1Co 12:28; 2Co 2:17; Gl 1:15-17; Ef 4:11,12; Cl 1:21-26.
3 – O pregador da Palavra é um porta-voz de Deus entre os homens.
Ex 4:11 ,12; Is 6:5-9; Jr 1:5-10; At 20:24 -28.
4 – Cabe-lhe missão semelhante àquela realizada pelos profetas do Velho Testamento e pelos apóstolos do Novo Testamento, tendo o próprio Jesus como exemplo e padrão supremo.
At 26:19,20; Jo 13:12-15; Ef 4:11-17.
5 – A obra do porta-voz de Deus tem uma finalidade dupla: a de proclamar as boas-novas aos perdidos e a de apascentar os salvos.
Mt 28:19,20; Jo 21:15-17; At 20:24 -28; 1Co 1:21 ; Ef 4:12 -16.
6 – Quando um homem convertido dá evidências de ter sido chamado e separado por Deus para esse ministério, e de possuir as qualificações estipuladas nas Escrituras para o seu exercício, cabe à igreja local a responsabilidade de separá-lo, formal e publicamente, em reconhecimento da vocação divina já existente e verificada em sua experiência cristã.
At 13:1-3; 1Tm 3:1-7.
7 – Esse ato solene de consagração é consumado quando os membros de um presbitério ou concílio de pastores, convocados pela igreja , impõem as mãos sobre o vocacionado.
At 13:3; 1Tm 4:14.
8 – O ministro da Palavra deve dedicar-se totalmente à obra para a qual foi chamado, dependendo em tudo do próprio Deus.
At 6:1-4; 1Tm 4:11 -16; 2Tm 2:3,4; 4:2,5; 1Pe 5:1-3.
9 – O pregador do evangelho deve viver do evangelho.
Mt 10:9,10; Lc 10:7; 1Co 9:13 ,14; 1Tm 5:17 -18.
10 – às igrejas cabe a responsabilidade de cuidar e sustentar adequada e dignamente seus pastores.
2Co 8:1-7; Gl 6:6; Fl 4:14-18.
XII – MORDOMIA
1 – Mordomia é a doutrina bíblica que reconhece Deus como Criador, Senhor e dono de todas as coisas.
Gn 1:1; 14:17 -20; Sl 24:1; Ec 11:9; 1Co 10:26 .
2 – Todas as bênçãos temporais e espirituais procedem de Deus e por isso devem os homens a Ele o que são e possuem e, também, o sustento.
Gn 14:20; Dt 8:18; 1Cr 29:14-16; Tg 1:17; 2Co 8:5.
3 – O crente pertence a Deus porque Deus o criou e o remiu em Jesus Cristo.
Gn 1:27 ; At 17:28 ; 1Co 6:19 ,20; Tg 1:27 ; 1Pe 1:18 -21.
4 – Pertencendo a Deus , o crente é mordomo ou administrador da vida , das aptidões , do tempo dos bens, da influência, das oportunidades, da personalidade, dos recursos naturais e de tudo o que Deus lhe confia em seu infinito amor , providencia a sabedoria.
Mt 25:14-46.
5 – Cabe ao crente o dever de viver e comunicar ao mundo o evangelho que recebeu de Deus.
Rm 1:14 ; 1Co 9:16 ; Fl 2:16 .
6 – As Escrituras Sagradas ensinam que o plano específico de Deus para o sustento financeiro da sua causa consiste na entrega pelos crentes de dízimos e ofertas alçadas.
Gn 14:20; Lv 27:30; Pv 3:9,10; Ml 3:8-12; Mt 23:26.
7 – Devem eles trazer à igreja sua contribuição sistemática e proporcional com alegria e liberalidade, para o sustento do ministério, das obras de evangelização, beneficência e outras.
At 11:27-30; 1Co 16:1-3; 2Co 8:1-15; Fl 4:10-18.
XIII – EVANGELIZAÇÃO E MISSÕES
1 – A missão primordial do povo de Deus é a evangelização do mundo , visando a reconciliação do homem com Deus.
Mt 28:19,20; Jo 17:20 ; 20:21 ; At 1:8; 13;2,3; Rm 1:16 ; 10:13 -15; 2Co 5:18 -20; 1Ts 1:8; 1Pe 2:9,19.
2 – É dever de todo discípulo de Jesus Cristo e de todas as igrejas proclamar, pelo exemplo e pelas palavras , a realidade do evangelho, procurando fazer novos discípulos de Jesus Cristo em todas as nações, cabendo às igrejas batizá-los e ensina-los a observar todas as coisas que Jesus ordenou.
Mt 28:18-20; Lc 24:46-49; Jo 17:20 ; At 1:8.
3 – A responsabilidade da evangelização estende-se até aos confins da terra e por isso as igrejas devem promover a obra de missões, rogando sempre ao Senhor que envie obreiros para a sua seara.
Mt 28:19; At 1:8; Rm 10:13-15.
XIV – EDUCAÇÃO RELIGIOSA
1 – O ministério docente da igreja, sob a égide do Espírito Santo, compreende o relacionamento de Mestre e discípulo, entre Jesus Cristo e o crente.
Mt 11:29,30; 23:10; Jo 13:14-17.
2 – A Palavra de Deus é o conteúdo essencial e fundamental nesse processo e no programa de aprendizagem cristã.
Jo 14:26 ; 1Co 3:1,2; 2Tm 2:15 ; 1Pe 2:2,3; 3:15 ; 2Pe 3:18 .
3 – O programa de educação religiosa nas igrejas é necessário para a instrução e o desenvolvimento de seus membros, a fim de “crescerem em tudo naquele que é a cabeça, Cristo ”. Às igrejas cabe cuidar do doutrinamento adequado dos crentes , visando sua formação e desenvolvimento espiritual, moral e eclesiástico , bem como motivação e capacitação sua para o serviço cristão e o desempenho de suas tarefas no cumprimento da missão da igreja no mundo.
Sl 119; 2Tm 3:16 ,17; 4:2-5; Cl 1:28 ; Mt 28:10,20; At 2:42 ; Ef 4:11 -16; 6:10 -20; Fl 4:8,9; 2Tm 2:2.
XV – LIBERDADE RELIGIOSA
1 – Deus e somente Deus é o Senhor da consciência.
Gn 1:27; 2:7; Sl 9:7,8; Mt 10:28; 23:10; Rm 14:4,9,13; Tg 4:12; 1Pe 2:26; 3:11-17.
2 – A liberdade religiosa é um dos direitos fundamentais do homem, inerente à sua natureza moral e espiritual.
Js 24:15; 1Pe 2:15,16; Lc 20:25.
3 – Por força dessa natureza, a liberdade religiosa não deve sofrer ingerência de qualquer poder humano.
Dn 3:15-18; Lc 20:20-25; At 4:9-20; 5:29 .
4 – Cada pessoa tem o direito de cultuar a Deus, segundo os ditames de sua consciência, de corações e de qualquer espécie.
Dn 3:16-18; 6:1-28; At 19:19:35-41.
5 – A Igreja e o Estado devem estar separados Poe serem diferentes em sua natureza, objetivos e funções.
Mt 22:21; Rm 13:1-7.
6 – É dever do Estado garantir o pleno gozo e exercício da liberdade religiosa, sem favorecimento a qualquer grupo ou credo.
At 19:34-41.
7 – O Estado deve ser leigo e a Igreja livre . Reconhecendo que o governo do Estado é de ordenação divina para o bem-estar dos cidadãos e a ordem justa da sociedade , é dever dos crentes pelas autoridades, bem como respeitar e obedecer às leis e honrar os poderes constituídos, exceto naquilo que se oponha à vontade e à lei de Deus.
Dn 3:16-18; 6:7-10; Mt 17:27; At 4:18-20; 5:29; Rm 13:1-7; 1Tm 2:1-3; Tt 3:1; 1Pe 2:13-17. |